Voltar aos Conteúdos
    Psiquiatria
    Publicado em Por Dr. Ivan Barenboim (CRM/SP 155.444, RQE 53559)11 min

    Remédios de Depressão

    Teste de Depressão PHQ-9

    Questionário validado cientificamente

    9 perguntas
    3-4 min

    Descubra se você apresenta sintomas de depressão. Resultado imediato e gratuito.

    Ao iniciar o teste, você concorda com nossa política de privacidade.

    Remédios de depressão funcionam quando são escolhidos para a pessoa certa, na dose certa e com acompanhamento de perto. São dezenas de medicamentos, com formas de ação diferentes, e a escolha entre eles define o ritmo da melhora. Na Clínica Ór, em São Paulo, essa decisão é conduzida pelo psiquiatra Dr. Ivan Barenboim, a partir de uma avaliação completa de cada paciente.

    Importante: Nenhum dos remédios de depressão deve ser tomado sem prescrição médica. Começar, trocar, aumentar ou interromper um antidepressivo por conta própria pode piorar os sintomas e trazer riscos à saúde. As informações abaixo ajudam a entender o tratamento, mas a escolha do medicamento é sempre do psiquiatra.

    Quais são os remédios para depressão: Os grupos e como agem

    Quando alguém pergunta quais são os remédios para depressão, a resposta começa pelos grupos. Cada remédio antidepressivo pertence a uma família, definida pela forma como age no cérebro. Conhecer essas famílias facilita entender por que o médico escolhe um medicamento e não outro.

    Os remédios de depressão se dividem em cinco grupos principais:

    • Inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRS): Os mais receitados no mundo, agem aumentando a serotonina disponível entre os neurônios.
    • Inibidores da recaptação de serotonina e noradrenalina (IRSN): Agem sobre os dois mensageiros e costumam ser usados quando há dor física associada.
    • Tricíclicos: O grupo mais antigo, ainda usado em situações específicas e em doses baixas para dor e sono.
    • Antidepressivos atípicos: Medicamentos com mecanismos diferentes, escolhidos conforme o perfil de sintomas.
    • Inibidores da monoamina oxidase (IMAO): Pouco usados hoje, reservados para casos muito selecionados.

    Saber quais são os remédios para depressão de cada grupo é o primeiro passo para entender a receita que você recebeu ou vai receber.

    Nomes de remédios para depressão: Por que não publicamos uma lista

    Muita gente pesquisa nomes de remédios para depressão esperando encontrar o medicamento certo para o próprio caso. Na Clínica Ór, preferimos não publicar essa lista, e o motivo é a segurança do paciente.

    Os nomes de remédios para depressão que circulam na internet não dizem nada sobre dose, interações, contraindicações ou tempo de uso. Um remédio que funcionou para um parente ou amigo pode não servir para você e pode até piorar os sintomas. Por isso, nenhum medicamento para depressão deve ser escolhido a partir de uma lista. Cada remédio antidepressivo tem indicações, doses e cuidados próprios, e só o médico consegue avaliar isso.

    Atenção: Não tome nenhum remédio sem prescrição médica. Isso vale para todos os remédios de depressão, inclusive os que outra pessoa da família já usa.

    Se você já faz tratamento e tem dúvida sobre o nome de remédio para depressão que está na sua caixa, a orientação é simples: Leve a caixa ou a receita à consulta e tire a dúvida com o psiquiatra ou com o farmacêutico.

    Remédios para depressão e ansiedade: Quando um só trata as duas

    Depressão e ansiedade aparecem juntas na maioria dos pacientes. Por isso, os remédios para depressão e ansiedade mais usados são justamente os que tratam as duas condições com um único medicamento. Quem procura um remédio (depressão, ansiedade ou as duas) normalmente encontra a resposta nos ISRS e nos IRSN.

    Os remédios de depressão que também têm indicação aprovada para transtornos de ansiedade podem ajudar em quadros como:

    • Ansiedade generalizada;
    • Síndrome do pânico;
    • Fobia social;
    • Transtorno de estresse pós-traumático;
    • Depressão acompanhada de insônia e falta de apetite.

    Na bula de cada remédio: Depressão, ansiedade, pânico e outras indicações aparecem descritas separadamente, e é o médico quem decide qual delas se aplica ao seu caso. Muitas pessoas digitam remédio depressão ansiedade em um buscador esperando um único nome certo, mas a escolha depende dos sintomas que pesam mais, do sono, do peso, de outras doenças e de tratamentos anteriores.

    Nomes de remédios para ansiedade e depressão: Antidepressivo não é calmante

    Um erro comum é misturar as duas listas. Entre os nomes de remédios para ansiedade e depressão, existem dois grupos bem diferentes:

    • Antidepressivos: Tratam a causa e são usados por meses.
    • Calmantes da classe dos benzodiazepínicos: Aliviam a ansiedade em minutos, mas não tratam a depressão e, usados por muito tempo, podem causar dependência.

    Ao ver uma lista de nomes de remédios para ansiedade e depressão, vale prestar atenção nessa diferença. Os calmantes podem ser usados por pouco tempo, no começo do tratamento, enquanto o remédio antidepressivo ainda não fez efeito. Eles não substituem o antidepressivo.

    Os remédios para depressão e ansiedade também têm receitas diferentes, com regras próprias para cada tipo. Para cada remédio, depressão, ansiedade e insônia são avaliadas juntas antes da prescrição, porque um mesmo sintoma pode pedir abordagens diferentes.

    Remédio controlado para depressão: Por que todos exigem receita especial

    Todo remédio controlado para depressão segue as regras da Anvisa para medicamentos de controle especial. Na prática, isso significa que nenhum remédio antidepressivo pode ser comprado sem receita, e a farmácia é obrigada a ficar com uma via dela.

    Veja como funciona o remédio controlado para depressão na farmácia:

    • Receita de controle especial: É branca, feita em duas vias. Uma fica com você e a outra fica retida na farmácia.
    • Validade: A receita vale por 30 dias a partir da data em que foi emitida.
    • Quantidade: Cada receita permite comprar o suficiente para até 60 dias de tratamento.
    • Tarja vermelha: A caixa traz a frase "venda sob prescrição médica, só pode ser vendido com retenção da receita".

    Os calmantes benzodiazepínicos seguem uma regra mais rígida: Exigem a receita azul, numerada e controlada. Essa diferença ajuda a entender por que um medicamento para depressão e um calmante não são trocados entre si, mesmo quando os dois aparecem em pesquisas sobre nomes de remédios para ansiedade e depressão.

    O controle não existe porque os antidepressivos viciam. Ele existe para garantir que o remédio controlado para depressão seja usado com acompanhamento, na dose certa, e que a pessoa não comece ou pare o tratamento por conta própria.

    Quais antidepressivos têm no SUS

    Uma dúvida muito frequente é quais antidepressivos têm no SUS. A Relação Nacional de Medicamentos Essenciais, a Rename, lista os remédios que o sistema público deve oferecer. Nela, há remédios de depressão de mais de um grupo, disponíveis de graça com receita.

    Saber quais antidepressivos têm no SUS ajuda, mas a oferta varia: Estados e municípios podem incluir outros medicamentos nas suas listas próprias, e a disponibilidade muda de uma unidade para outra. Por isso, antes de procurar, vale perguntar na sua Unidade Básica de Saúde ou no CAPS da região.

    Para retirar remédios de depressão pelo SUS, o caminho é:

    • Consulta com médico da rede pública, na UBS ou no CAPS;
    • Receita de controle especial com o nome do remédio pelo princípio ativo;
    • Retirada na farmácia da unidade ou na farmácia municipal indicada.

    Se o medicamento indicado não estiver na lista, o médico pode avaliar uma alternativa entre os que existem na rede. Conhecer quais antidepressivos têm no SUS facilita essa conversa e evita que o tratamento seja interrompido por falta do remédio.

    Como ler o nome de remédio para depressão na caixa e na receita

    Entender a receita ajuda a evitar erros na farmácia. Alguns nomes de remédios para depressão são parecidos entre si, com diferença de poucas letras, e vale conferir letra por letra. Em cada nome de remédio para depressão, preste atenção em:

    • Princípio ativo: É o nome da substância que age no organismo. É ele que vale na troca pelo genérico.
    • Dose: Vem em miligramas, por exemplo 50 mg ou 100 mg. Dois comprimidos de 50 mg não são o mesmo que tomar o de 100 mg se o médico não orientar assim.
    • Forma: Comprimido, cápsula ou gotas. Alguns medicamentos para depressão existem em mais de uma forma.
    • Liberação prolongada: Siglas como XR, LP ou SR indicam que o remédio é liberado aos poucos e geralmente não deve ser partido.

    Se o nome de remédio para depressão da receita for diferente do que está na caixa, confira o princípio ativo e a dose com o farmacêutico. O genérico tem o mesmo efeito do remédio de referência. Esses detalhes valem para todos os remédios de depressão vendidos no Brasil.

    Remédios de depressão no dia a dia: O que todo paciente deve saber

    Alguns cuidados valem para todos os remédios de depressão, independentemente do grupo:

    • O efeito começa a aparecer entre duas e quatro semanas, e a melhora completa pode levar mais tempo.
    • O horário de tomar costuma ser definido pelo efeito no sono: Alguns são tomados de manhã, outros à noite.
    • O álcool atrapalha a ação do medicamento e deve ser evitado.
    • Nenhum medicamento para depressão deve ser parado de uma vez, mesmo quando a pessoa já se sente bem.
    • Outros remédios, chás e suplementos podem interagir com o antidepressivo, então informe ao médico tudo o que você usa.

    Esses cuidados explicam por que os remédios de depressão exigem consulta e retorno. O medicamento certo, na dose errada ou por pouco tempo, pode parecer que não funciona.

    Perguntas frequentes sobre remédios de depressão

    Posso comprar remédios de depressão sem receita?

    Não. Todo remédio antidepressivo exige receita de controle especial, e a farmácia fica com uma via. Mesmo os remédios de depressão mais antigos e baratos seguem essa regra.

    A receita do médico particular vale para pegar o remédio no SUS?

    Em muitas cidades, sim: A farmácia da rede pública aceita receita de consultório particular para os remédios de depressão que estão na lista. Mas a regra muda de um município para outro, então confirme antes. Quem quer saber quais antidepressivos têm no SUS da sua cidade pode pedir a lista municipal, chamada Remume, na secretaria de saúde.

    Genérico funciona igual ao remédio de marca?

    Sim. O genérico tem o mesmo princípio ativo, a mesma dose e a mesma ação. Na hora de procurar o nome de remédio para depressão na farmácia, peça pelo princípio ativo que está na receita.

    Por que os nomes de remédios para depressão aparecem diferentes na receita e na caixa?

    Porque a receita costuma trazer o princípio ativo, e a caixa destaca o nome comercial. O princípio ativo vem escrito em letras menores, logo abaixo, e é ele que deve bater com a receita.

    Existe um remédio que trata depressão e ansiedade ao mesmo tempo?

    Sim. Vários remédios para depressão e ansiedade tratam as duas condições com um só comprimido, principalmente os ISRS e os IRSN. Quem pesquisa remédio depressão ansiedade costuma encontrar listas de nomes, mas a escolha é sempre individual e feita pelo médico.

    Remédios de depressão podem ser tomados junto com calmantes?

    Podem, quando o médico indica, geralmente por pouco tempo. As listas de nomes de remédios para ansiedade e depressão costumam misturar os dois tipos, mas o calmante é um apoio passageiro, e o antidepressivo é o tratamento principal.

    Quais são os remédios para depressão mais receitados?

    Os do grupo ISRS são os mais receitados no mundo, seguidos pelos IRSN e por alguns atípicos. Mas ser o mais receitado não significa ser o mais indicado para você: Quem define o medicamento é o psiquiatra, depois da avaliação.

    Posso escolher o meu remédio por uma lista da internet?

    Não. Nenhum medicamento deve ser tomado sem prescrição médica, mesmo que pareça leve ou que outra pessoa use sem problemas. A escolha depende de uma avaliação individual.

    Por quanto tempo se usa um remédio controlado para depressão?

    Em geral, por pelo menos seis a doze meses depois que os sintomas melhoram, para evitar que a depressão volte. Em quem já teve vários episódios, o tempo pode ser maior. A retirada é sempre gradual e orientada pelo médico.

    Qual medicamento para depressão é indicado para você?

    Saber quais são os remédios para depressão disponíveis é diferente de saber qual deles é o certo para você. Essa resposta só aparece na consulta: O psiquiatra avalia os sintomas, o histórico, outras doenças, os tratamentos que já foram tentados e o que mais incomoda no dia a dia antes de escolher um medicamento para depressão.

    Na Clínica Ór, em São Paulo, o psiquiatra Dr. Ivan Barenboim conduz essa avaliação com calma e acompanha a resposta ao tratamento nas consultas de retorno. Quando os remédios de depressão tradicionais não trazem a melhora esperada, a clínica também trabalha com cetamina e estimulação magnética transcraniana para casos de depressão resistente, e acompanha de perto a troca e o ajuste dos remédios de depressão em uso.

    Agende sua consulta

    Se você está começando a pesquisar remédios de depressão, ou já usa algum e tem dúvidas, agende uma avaliação psiquiátrica. Vale o mesmo para quem procura remédios para depressão e ansiedade e quer saber qual combinação faz sentido no seu caso. Entender como os remédios funcionam é importante, mas é a consulta que transforma essa informação em um tratamento que funciona para você.

    Precisa de ajuda profissional?

    Agende uma consulta e descubra como podemos ajudá-lo no seu tratamento.

    Agendar Consulta
    Fale conosco